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Vintage

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para a eternidade

Em dois anos, consagraram-se raridades, bateram-se recordes, valorizaram-se peças únicas da numismática portuguesa. Em dois anos, escreveu-se mais uma página de excelência para as moedas da monarquia de Portugal, o mundo ficou a conhecer novas preciosidades do ouro português e a Numisma cumpriu, novamente, a sua missão de aliar a história e a cultura à valorização da moeda. Com a chancela Coleção Porto Vintage, a Numisma levou à praça 4500 moedas, das quais 1200 de ouro. Uma forma excepcional de assinalar os seus 40 anos.

 

Uma Dobra Pé-Terra de D. Fernando I (1367-1383), foi vendida por cerca de 100.000 euros (incluindo comissões e taxas devidas), é a peça mais valiosa do top 40 das moedas vendidas, nos três leilões desta colecção, organizados pela Numisma. Batida no início do reinado, a Dobra Pé-Terra apresenta o rei em pé, sob um arco ogival e, no reverso, uma grande cruz floreada, inscrita em quadrilongo e com uma quina central. Tem raízes num tipo monetário dos Almóadas.

 

Em nove sessões, a Numisma levou à praça algumas peças com um valor base de 40.000 euros que duplicaram o seu valor. Uma delas foi a Peça 1727 Bahia, de D. João V (1706-1750), vendida por 82 mil euros. Trata-se de uma moeda extremamente rara, em excelente estado de conservação e da qual são conhecidos sete exemplares.

 

Também uma Barrinha, da Casa de Fundição “Serro Frio”, de 1832, duplicou o seu valor, tendo chegado aos 84 mil euros. Trata-se de uma peça referida no catálogo de J. Schulman, 1928, na Spink & Son, Londres, e na Sotheby’s, também de Londres, em 1986.

 

As barras de ouro do Brasil foram a solução encontrada no início do século XVIII para regular a situação do ouro em pó, que circulava livremente como moeda. O ouro foi fundido numa barra na qual eram gravados, entre outros símbolos, o selo oficial da oficina, o número de série e a data. O sistema vigorou até 1833.

 

Uma moeda com cordão e marca de esfera coroada sobre 4 Cruzados 16(42) (Lei de 14/6/1698) de D. João IV com Carimbos: “4 Coroado” aposto pela Lei de 20/11/1662 (Afonso VI) e “4400 Coroado” pelo Alvará 12/4/1668 (Pedro Príncipe Regente) - do reinado de D. Pedro II (1683-1706) – que começou nos 30.000 euros e terminou nos 58 mil – e uma Dobra 1730 Bahia (4º tipo) de D. João V (1706-1750), que atingiu 46 mil euros depois de ter ido à praça com um preço-base de 25 mil, são outros exemplos das valorizações atingidas pela coleção.

D. João V

Ouro Peça 1727 B

Extremamente rara - SOBERBA

Valor Base: 40.000€   Valor Final: 82.000€

Uma palavra para os quatro Portugueses de D. Manuel I (1495-1521) e D. João III (1521-1557), peças únicas de uma moeda de afirmação do poder português no mundo. Uma consagração para moedas de grande raridade.

 

Do período Romano ao império do Brasil, do Morabitino de D. Sancho I (1185-1211) aos 5000 Réis 1836 (ensaio) de D. Maria II (1834-1853), do Escudo de São Tomé, da Índia, de D. João III, com uma base de licitação de 50 mil atingiu 65 mil euros, à medalha de Arthur Cupertino de Miranda (1969), que pertenceu a Marcelo Caetano.

 

A Numisma apresentou, na Coleção Porto Vintage (2015-2016), testemunhos únicos da História portuguesa e contribuiu para valorizar ainda mais a numismática nacional.

 

Javier Salgado